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Textos & Debates
Conheça um pouco dos trabalhos que serão apresentados na II Semana Municipal de Fitoterapia. A planta e a cura: os diferentes benefícios do reino vegetal - Amélia Vasconcelos Maia Desde que o homem surgiu na Terra, encontrou, aqui, um reino vegetal pronto a acolhê-lo, vesti-lo, alimentá-lo, curá-lo. No campo da cura, a planta foi seu primeiro remédio. Neste campo, são muitas as formas que os benefícios do reino vegetal têm sido utilizados pela humanidade e é importante que saibamos diferenciá-los, até para aproveitá-los melhor. Quais são as diferenças e semelhanças entre estes vários usos? Em que situações devem ser indicados? Qual é a história de nossa relação com as plantas? Quais têm sido os diferentes caminhos da fitoterapia? A proposta desta palestra é apresentar uma visão do homem na sua relação com a Natureza, especialmente com o reino vegetal, e responder, até certo ponto, às questões acima, apresentando referências para aqueles que queiram um aprofundamento nestes temas. A montagem da paisagem do conhecimento tradicional e as plantas medicinais da Amazônia - Moacir Tadeu Biondo Fala sobre o trabalho de contribuição e resgate da medicina tradicional Amazônica chamado de "A montagem da paisagem do conhecimento tradicional", onde cada pessoa é parte importante pois tem um pequeno conhecimento que juntado a outros nos dá uma panorâmica do saber do grupo trabalhado, que pode ser uma tribo, uma aldeia, uma comunidade, as mulheres da floresta etc. Abordar o método de resgate do conhecimento e disponibilizá-lo a quem quiser utilizá-lo. O uso racional da Fitoterapia - Orlando Mário Soeiro O principal objetivo da fitototerapia é utilizar os efeitos terapêuticos das plantas medicinais para estimular os processos metabólicos que ajudam a manter o organismo em equilíbrio. O uso correto dos fototerápicos passa pela necessidade de avaliar impacto das diferentes etapas de sua produção na eficácia, segurança e qualidade de sua ação terapêutica. Fitoterápicos e alimentos funcionais - João Ernesto Carvalho A pelestra tem como objetivo diferenciar um alimento com propriedades funcionais ou de saúde de um medicamento fitoterápico. Para isso, se utilizada da regulamentação específica para esses produtos e, através de diversos exemplos, faz a diferenciação entre o uso medicamentoso (fitoterápico) e o uso alimentício (alimento funcional). Fitoterapia na enfermagem: experiência na SMS - Lissandra Rocha Porto e Regina Grimaldi de Oliveira A palestra aborda a experiência da enfermagem da rede pública de Campinas no tratamento de lesões de pele com Fitoterápicos tópicos padronizados no Memento Terapêutico: Arnica montana, Aloe vera, Calendula officinalis e Hamamelis virginiana. O tratamento de feridas com fitoterápicos tem se mostrado uma opção segura, eficaz e econômicamente viável, evidenciada pelos resultados obtidos. Farmácia viva: adote esse remédio - Maria Cláudia Silva Garcia Blanco Desde o princípio de sua existência na Terra, a Humanidade utiliza os vegetais para proteção da saúde e alívio de seus males, desenvolvendo práticas terapêuticas que sempre nortearam a História da Medicina. Nota-se hoje, que cada vez mais as pessoas estão interessadas em conhecer e fazer uso das plantas medicinais, na procura de uma vida mais natural e saudável e ou por dificuldades financeiras frente aos altos preços dos medicamentos industrializados. Tal situação também mobiliza alguns setores de órgãos governamentais, na busca de recursos viáveis e eficazes para os programas de saúde pública. A implantação de horta de plantas medicinais visa oferecer aos municípios participantes do Projeto Farmácia Viva, uma sugestão de cultivo de plantas medicinais. Conheça o projeto e sua importância...>> Botica da Família: mais que uma opção terapêutica, uma questão de compromisso social - Luciana Alcântara O Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira, reconhecido como Modelo pela OMS, pelo modo humano-solidário de tratamento oferecido aos seus usuários, é uma propriedade de 19 alqueires, situada na região Metropolitana de Campinas, Distrito de Sousas, que por sua vez, localiza-se numa região de APA- Área de Proteção Ambiental. Cerca de 1000 pacientes são atendidos diariamente por este Serviço em diferentes modalidades de tratamento que foram criadas respeitando as diferentes fases de manifestação dos sintomas que a doença mental impõe. Na contramão do modo tradicional de atendimento em psiquiatria, o foco da assistência desse Serviço é o da saúde. O Cândido, que mantém um Convênio de Co-gestão com a Secretaria de Saúde da Prefeitura Municipal de Campinas através do Sistema Único de Saúde de Campinas, desenvolve desde 1990, formas diferenciadas de reabilitação psicossocial. CAPS, Moradias, Centro de Convivência, Casa- Escola, Núcleo Clínico e Núcleo de Oficinas de Trabalho compõem parte importante da rede de saúde mental da cidade. O Cândido é hoje referência na Saúde Mental. Os benefícios da Aromaterapia no dia-a-dia - Vera Monari Os óleos essenciais devem ser usados como instrumento de ajuda no combate ao stress. Ajudam eliminar dores de cabeça, tensão, TPM, cólicas, alergias; indigestão, constipação, diarréia e muitos outros desconfortos gerados pelo stress. Oferecem bem estar físico, clareza mental e equilíbrio emocional. Ajudam no resgate do bom humor, otimismo, positivismo e alegria de viver. Promovem força e energia. Fitoterapia doméstica: um instrumento de fácil acesso - Luiz Roberto Salvatore Meira Conhecer, utilizando as plantas que temos ao redor é cultura geral, no entanto devemos estar atentos à possibilidade de intoxicação que a maioria das plantas apresentam, podendo inclusive induzir à morte, principalmente em vigência de patologia anterior. Fitoterapia chinesa - Dr. Ernesto García A Medicina Tradicional Chinesa tem uma historia de mais de 4000 anos no uso de plantas medicinais para tratrar as doenças. Para seu uso a MTCh enfoca a fitoterapia desde o ponto de vista energético funcional, isto faz que, a classificação das plantas medicinais não seja feita a partir de seus princípios ativos e sim através de suas características energéticas, como: natureza da planta (quente, fria, morna, fresca), seu sabor, a direção que a planta da ao Qi e os canais donde a planta penetra. Baixo estas considerações, o diagnósticos das patologias desde o enfoque sindrômico da MTCh, é vital para determinar as plantas a serem utilizadas e sua forma de preparação. Expõe, na palestra, os pontos gerais a serem considerados na classificação da fitoterapia desde o enfoque da MTCh, e coloca alguns exemplos de sua aplicação na prática clínica diária. |
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| Comissão Organizadora da II Semana Municipal de Fitoterapia |