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Era conhecida como "Pátio do Rosário"
devido à Igreja do Rosário, ali existente
desde 1817. Sempre foi um local de festividades, como
as cavalhadas e solenidades públicas, como as
festas em homenagem ao imperador Dom Pedro II em suas
visitas a Campinas em 1848, 1875 e 1878. Joaquim Bonifácio
do Amaral, o Visconde de Indaiatuba, construiu nas proximidades,
um sobrado imponente, onde hospedou o imperador nas
suas visitas de 1875 e 1878.
A denominação de "Praça Visconde
de Indaiatuba" ocorreu em 31 de janeiro de 1887
em homenagem a um dos fundadores do Colégio Culto
a Ciência.O largo era um ponto de tílburis
(antigos carros puxados por um cavalo) e local de grande
circulação.
Em 1854 a Câmara Municipal determinava ser o
Pátio do Rosário local de feiras livres.
Foi na segunda metade do século XIX que a praça
ganhou um projeto paisagístico, com a plantação
de árvores e construção de um jardim
que depois foram arrancadas para dar lugar ao busto
de Campos Sales, mais tarde removido para o início
da avenida com seu nome.
Em 1956 o plano de urbanização de Prestes
Maia previu o alargamento da Avenida Francisco Glicério
resultando na demolição da Igreja do Rosário.
Durante toda a sua existência o Largo do Rosário
foi alvo de muitas modificações, mas sempre
foi e continua sendo um dos principais pontos de reunião
do centro da cidade.
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