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É uma reserva florestal que abriga o centro
de experiências do Instituto Agronômico
de Campinas (IAC). Possui no seu interior um nicho de
rara beleza, que fornece informações fundamentais
para a recuperação das áreas devastadas
pela monocultura e outros fatores destrutivos da agricultura
moderna.
A mata é composta por aproximadamente uma centena
de espécies de árvores, onde destacam-se
os jequitibás branco e vermelho (alguns com mais
de 100 anos), as perobas, as canelas, os guaritás,
os jacacatiás e as cássias, entre outras.
Existem também dezenas de espécies de
aves e de mamíferos, além de diversas
nascentes d'água que formam um riacho que corta
a mata em toda a sua extensão. A área
foi tombada pelo Condepacc (Conselho de Defesa do Patrimônio
Cultural de Campinas) em 1.991.
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