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O Bosque dos Jequitibás é uma das maiores
e mais antigas áreas de lazer da cidade de Campinas,
visitada anualmente por aproximadamente 1 milhão
de pessoas. Adquirido pelo poder público municipal
do Sr. Francisco Bueno de Miranda em 1915, este espaço
já se constituía uma área de banhos
e passeios. Atualmente, com dois alqueires de reserva
florestal e mais de 400 espécies cadastradas,
o Bosque oferece fontes e bicas de água potável,
um zoológico com 600 espécies de aves,
répteis e mamíferos (com antas, veados,
macacos, chipanzés, leão, hipopótamo,
pantera, onça pintada, leopardo, entre outros),
uma pista de corrida, trenzinho, quiosques, lanchonetes
e playground, a Casa do Caboclo (réplica em pau-a-pique
de moradia rural), o Museu de História Natural,
o Aquário Municipal e o Teatro Carlos Maia (especializado
em teatro infantil). Em sua trajetória centenária
de espaço de lazer, o Bosque dos Jequitibás
mereceu do CONDEPHAAT (Conselho de Defesa do Patrimônio
Histórico, Arquitetônico, Artístico
e Turístico do Estado de São Paulo) em
1970, o tombamento de seu zoológico; do CONDEPACC
(Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico
e Cultural de Campinas) em 1993, o tombamento de todo
o conjunto e do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente) em 1995, o reconhecimento de seu zoológico.
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