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Casarão de Joaquim Egídio

O casarão onde funcionava a subprefeitura do distrito de Joaquim Egídio foi tombado em 30/04/2002. O prédio construído em 1898, foi tombado pelo Condepacc, a pedido dos moradores do distrito que, em 1988 iniciaram uma abaixo assinado ao Conselho pedindo a preservação do imóvel.

A construção è remanescente do processo de desenvolvimento da fazenda Laranjal, onde funcionava o comércio destinado a população rural. A família Nalin, que exercia a alfaiataria, construiu o casarão e o utilizava como residência e estabelecimento comercial, no auge da lavoura do café.

Com o declínio da cafeicultura em 1929 ( queda da Bolsa de Nova Iorque ) houve uma redução drástica da população local, o que influenciou o estabelecimento da família Nalin, com o conseqüente desmembramento da mesma. A edificação foi subdividida inteiramente, de abrigar cinco famílias. Permaneceu por vários anos, com habitação subdivididas de propriedades, até a desapropriação do imóvel pela Prefeitura em 1981.

O edifício passou por restauração em 1988 para recuperar o imóvel que na época estava deteriorado. Os moradores diziam que o casarão enfeitava a cidade. A construção è formada por duas partes distintas: um bloco frontal, onde a fachada tem elementos importantes e diferenciadas, obedecendo o estilo neoclássico do final do século 19 (arcos, simetria na fachada, platibanda e vincas na parede que caracterizam o estilo ). A parte posterior è mais modesta, onde não aparecem os arcos e vincos das paredes.

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