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Um programa que
dá o peixe e ensina a pescar
Campinas é uma
das pioneiras na implantação do Projeto Fome Zero,
carro-chefe das políticas sociais do atual governo federal.
Em outubro de 2001 lançamos o Programa de Segurança
Alimentar da cidade que começou a colocar em prática
propostas do Fome Zero como: a melhoria da merenda escolar, a implantação
do Banco de Alimentos e do Selo de Qualidade para Restaurantes,
a geração de trabalho e renda por meio de cooperativas,
um programa municipal de desenvolvimento rural e atendimento cidadão
e integrado nas áreas social e educacional. Além disso,
alguns dos principais formuladores e, hoje, executores do Fome Zero,
são da administração municipal.
O Programa de Campinas
e o Fome Zero, no entanto, não querem apenas combater a fome
e o desperdício de alimentos. O conceito de segurança
alimentar é o fundamento dos programas e significa garantir
que todos tenham acesso à alimentação de maneira
digna, com qualidade e em quantidade suficiente à subsistência.
Ou seja, é assegurar o direito básico à alimentação
e um instrumento na construção da cidadania.
E isso só se
consegue enfrentando também a pobreza, o desemprego e as
injustiças sociais. Dando o peixe sim, na urgência
de assegurar o direito à alimentação, mas também
ensinando a pescar como a garantia da inclusão cidadã.
É por isso, que além de Banco de Alimentos, da merenda
e de outros, estão incluídas ações de
geração de renda e trabalho, incentivo à agricultura
sustentável e atendimento cidadão.
Em dois anos, Campinas
e o Governo Democrático e Popular se orgulham dos saldos
positivos do Programa de Segurança Alimentar e contam com
a participação de toda sociedade para os próximos
passos. Sua colaboração é importante para se
fazer mais, para tornar Campinas um município onde a vida
é a prioridade.
Conheça algumas
das ações do Fome Zero em Campinas e abrace esta idéia.
Confira os contatos para ajudar e participe.
PROJETOS
IMPLANTADOS
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Crianças de
Campinas têm uma merenda mais nutritiva
Os primeiros seis meses
do novo modelo de alimentação escolar, administrado
pela Ceasa-Campinas junto com a Secretaria Municipal de Educação,
está aprovado por alunos e pela comunidade escolar. Pesquisa
revela que a nova merenda recebeu conceitos bom e ótimo de
74% dos alunos e de 85% dos adultos.
Em julho, a alimentação
escolar de 71,24% das escolas voltou para o controle do município
por meio da Ceasa e da Secretaria Municipal de Educação.
Em junho deste ano a Prefeitura assume o restante da rede. Atualmente,
são 110 mil alunos atendidos diariamente que chegarão
a aproximadamente160 mil em junho.
Confira as principais
melhorias da merenda:
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Poder
público controla e administra, não visando lucro |
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Maior
controle de qualidade |
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Merenda
com ênfase em frutas,verduras e legumes frescos |
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Preparo
caseiro e natural: temperos sem aditivos químicos, doces
de frutas e molhos não industrializados e, em parte da
rede, sucos naturais, sem conservantes |
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Cardápio
preparado para garantir alimentação nutritiva
e não apenas para atingir o que exige a lei |
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Dos
cinco dias letivos da semana, em quatro é servida refeição
e só um dia é servido lanche |
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Cardápio
variado e com novidades como estrogonofe de frango, salada de
frutas, salada de alface, pavê, nhoque, esfirra aberta,
suco de laranja com couve etc |
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Carne
de primeira |
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Dieta
especial para bebês |
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Programa
de reforço alimentar em regiões carentes com o
dobro do aporte nutricional. |
Selo incentiva qualidade
e auxilia consumidor
Campinas ganhou um
programa para orientar o consumidor que faz suas refeições
fora de casa. Trata-se do Selo de Qualidade Alimentar, um certificado
fornecido em conjunto pela Prefeitura Municipal de Campinas, por
meio da Secretaria de Saúde; pelo Sindicato dos Hotéis,
Restaurantes, Bares e Similares; pela Ceasa-Campinas e pelo GDR,
Grupo de Desenvolvimento Rural Sustentável e Segurança
Alimentar.
O Selo de Qualidade
Alimentar vai atestar aos restaurantes de Campinas que eles estão
trabalhando de acordo com todas as normas higiênico-sanitárias
e legais. Trata-se de educar e de incentivar quem trabalha com comida
pronta a manter a qualidade. É, portanto, um processo participativo
e educativo. Desde que foi lançado, em setembro de 2002,
o Selo não para de conseguir adesões e nos primeiros
meses de 2003 saem as primeiras certificações.
Banco de alimentos
vai combater o desperdício e a fome
Campinas também
ganhou mais um instrumento para combater o desperdício e
a fome na cidade. É o Banco de Alimentos que começa
a funcionar neste semestre e vai coletar, avaliar tecnicamente,
re-acondicionar e distribuir às entidades e organizações
que atendam pessoas de baixa renda, alimentos doados por empresas
que comercializam ou produzem alimentos. O projeto é coordenado
pela Ceasa-Campinas, em conjunto com a Secretaria Municipal de Assistência
Social.
Entre os objetivos
do Banco estão a conscientização da sociedade
para a educação alimentar e a difusão de técnicas
de eliminação de desperdícios e cuidados sanitários
no uso de alimentos. O modo de operar por meio do poder público
e com rigoroso controle minimiza os riscos associados às
doações alimentares e possibilita uma arrecadação
regular de alimentos, inclusive daqueles que seriam descartados.
Para garantir a transparência
e a participação social, o gerenciamento do Banco
vai ficar por conta de um Conselho Gestor, empossado em fevereiro
e formado por representantes: do poder público municipal,
dos empresários colaboradores e das entidades que vão
receber as doações. As obras de reforma do armazém
na Ceasa-Campinas, onde vai funcionar o Banco, estão à
todo vapor. A expectativa é conseguir arrecadar até
150 toneladas de alimentos por mês e atender a 30 mil famílias
no prazo de um ano de funcionamento do Banco.
Cooperativas e empreendedorismo
geram renda e trabalho para mais de mil pessoas
Um dos principais projetos
para combater o desemprego em Campinas é a formação
de cooperativas de trabalhadores. Nestes dois anos, o Governo Democrático
e Popular de Campinas, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento
Econômico e Trabalho, já proporcionou a formação
de cooperativas alimentação, de reciclagem de lixo
e de entulho da construção civil. Estão sendo
formadas ainda cooperativas de produção e de serviços,
incluindo-se as de construção civil, artesanato, costura,
consumo, serviços, portadores de deficiência especial
(auditiva e visual), entre outras.
Parcerias com a Unicamp,
com o Sebrae, com o Centro de Referência (Cáritas)
e com a ONG Ecologia e Dignidade Humana (EDH) viabilizam a melhor
formação de trabalhadores sem emprego e sua recolocação
no mercado de trabalho. Por meio de cursos foram formadas as incubadoras
de cooperativas populares na Unicamp que já beneficiaram
aproximadamente 500 trabalhadores. Em parceria com o Sebrae, tem-se
procurado incentivar o empreendedorismo em diversas regiões
da cidade envolvendo um total de 1.050 trabalhadores desempregados
e muitos deles, hoje, já estão desenvolvendo atividades
que geram renda. Ao todo foram mais de mil novos trabalhos gerados.
Atendimento cidadão
nos programas sociais e educacionais
Em dois anos o Governo
Democrático e Popular de Campinas, por meio da Secretaria
de Assistência Social, construiu uma nova forma de atender
às pessoas em situações de vulnerabilidade
social e risco: o atendimento cidadão. Foram integrados os
vários programas sociais nas áreas de assistência,
saúde e educação para dar um acolhimento melhor
e que permita ao cidadão retomar a condução
de sua vida elevando sua auto-estima. Além disso, está
sendo elaborado um Cadastro Único para auxiliar nesta integração
dos programas.
No Serviço de
Atendimento do Migrante, Itinerante e Mendicante (Samim), por exemplo,
implantamos serviços psicológicos e de educação
e um trabalho inédito de participação do usuário.
Os atendidos têm uma comissão onde definem desde a
organização das camas até melhorias no funcionamento
do Samim.
Outro destaque é
o Projeto Convivência e Cidadania que atende cerca de 100
adolescentes de 12 a 17 anos que vivem nas ruas e também
famílias. Eles recebem uma Bolsa de Estudos no valor de R$
180,00 que tem complementação da Prefeitura três
vezes maior desde 2001. Do caixa municipal vão sair, ainda
este ano, outros R$ 4 milhões para o Programa de Garantia
de Renda Familiar Mínima e programas de combate à
desnutrição como o Bolsa Alimentação.
Os programas da Secretaria
Municipal de Saúde para reabilitação de pacientes
psiquiátricos de Campinas tem reconhecimento nacional e,
em dois anos, já inseriu na sociedade 600 pessoas com oficinas
de artesanato, cultura e cooperativas. Outro destaque é o
Benefício de Prestação Continuada (BPC) que
faz parte da seguridade social e que a Prefeitura assumiu e ampliou
em cinco vezes a renda destinada a idosos e portadores de deficiência.
Como o número de necessitados é bem maior que o de
atendidos, está sendo feito um cadastramento, de casa em
casa, para agregar outras pessoas que têm direito ao benefício.
Incentivo ao produtor
rural e mais empregos
Pela primeira vez a
Prefeitura de Campinas incluiu o rural no planejamento da vida da
cidade. É um novo conceito de administração
do território e fundamental para se atingir a almejada qualidade
de vida para todos. Uma zona rural produtiva pode contribuir para
a geração de trabalho, emprego e renda e para a diminuição
da violência. Por meio do GDR, Grupo de Desenvolvimento Rural
Sustentável e Segurança Alimentar e da Ceasa, o Governo
Democrático e Popular está dando sua contribuição
para efetivar projetos que potencializem a produção
local e integrem o rural na vida da cidade. Graças a este
trabalho, Campinas recebeu verbas e materiais para sua área
agrícola por meio de convênios e parcerias e tem buscado
fortalecer as organizações dos produtores. A realização
do 1º Encontro de Produtores Rurais de Campinas foi acontecimento
inédito neste início de ano.
Entre as principais
ações nesta área destacam-se:
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Cursos
técnicos de capacitação de produtores rurais |
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Municipalização
da Casa da Agricultura de Campinas |
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Parceria
com a Faculdade de Engenharia Agrícola da Unicamp, voltada
para o estudo sobre a organização dos pequenos
produtores rurais de Campinas |
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Mais
segurança: parceria com a Guarda Municipal para implantar
a Patrulha Rural e Ambiental |
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Apoio
na organização da Semana da Agricultura Orgânica |
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Fortalecimento
do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural |
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Convênios
com outros órgãos governamentais para de recuperação
de microbacias, melhorias nas estradas e pontes nas áreas
rurais e incentivos à produção |
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Atuação
nos projetos da Merenda Escolar, Selo de Qualidade e Banco de
Alimentos. |
PROJETOS EM ANDAMENTO
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Restaurantes populares
Os restaurantes populares
são iniciativas que deram certo e começaram a ser
implantados na Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, MG. Tão
certo, que se expandiram por todo país. Em Campinas, o local
para o restaurante está em fase final de negociação
e irá oferecer boa comida a preços acessíveis,
além de gerar trabalho e renda.
Hortas comunitárias
Já existem pelo
menos quatro hortas comunitárias em fase de implantação
que estão recebendo assessoria técnica. O objetivo
é incentivar novas iniciativas principalmente com uso de
técnicas que respeitem o meio ambiente que além de
gerar trabalho, possam melhorar a alimentação da população
de baixa renda.
Ampliação
dos programas de cooperativas
Até o final
de 2004 estarão sendo implantadas pelo menos dezessete cooperativas
de trabalhadores. Estão previstas a incubação
de 11 cooperativas na Unicamp e a construção de seis
barracões de reciclagem.
Implantação
do Banco do Povo
O Banco vai atender
grupos de trabalhadores sem emprego para obtenção
de empréstimos a juros baixos. O objetivo é gerar
iniciativas de trabalho e geração de renda. O programa
já tem verba de R$ 1 milhão para 2003 e tem cadastradas
mais de 350 propostas de financiamento e está em fase final
de processo de registro.
Conselho Gestor do
Banco de Alimentos de Campinas
43 membros, sendo:1/3
representantes poder público, 1/3 doadores, 1/3 beneficiados
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Mário
Antonio de Moraes Biral, Ceasa/Campinas Presidente do
Conselho |
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Demétrio
Vilagra, Ceasa/Campinas |
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Arlindo
Jorge Junior, Ceasa/Campinas |
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Sonia
N. Moraes, GDR - Grupo de esenvolvimento Rural Sustentável
e Segurabnça Alimentar |
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José
Ruiz, GDR - Grupo de esenvolvimento Rural Sustentável
e Segurança Alimentar |
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Rita
de Cássia Angarten Marchiore, Secretaria Municipal de
Assistência Social |
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Neliana
Araújo Bezerra Schulz, Secretaria Municipal de Assistência
Social |
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Paulo
Vicente Bonilha, Secretaria Municipal de Saúde |
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Eliane
Ap. C. da Silva, Secretaria Municipal de Saúde |
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Gerardo
Mendes de Melo, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico
e Trabalho |
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Adauto
Marconsin, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico
e Trabalho |
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ArnaldoValentim
Silva, Câmara Municipal de Campinas |
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João
Mário Pastarelli, Câmara Municipal de Campinas |
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Luiz
Carlos Santos, Instituto Tecnologia de Alimentos Ital |
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Airton
Vialta, Instituto Tecnologia de Alimentos Ital |
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Pedro
Celso Gonçalves, Associação Paulista de
Supermercados |
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Ronaldo
dos Santos, Associação Paulista de Supermercados |
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Wilson
Brischi, Associação Paulista de Supermercados |
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Katsura
Komoda, Associação Paulista de Supermercados |
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Representante
do Sind. da Indústria de Massas e Biscoitos do Est. S.
Paulo |
 |
Representante
do Sind. da Indústria de Massas e Biscoitos do Est. S.
Paulo |
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Edivaldo
de Souza Pinto, Associação Comercial e Industrial
de Campinas |
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Norimiti
Higa, Associação Comercial e Industrial de Campinas |
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Andréia
Collaço Klimionti, Sindicato Rural de Campinas |
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Sandria
Aparecida Afaz, Sindicato Rural de Campinas |
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Renato
Cornachione, Associação dos Permissionários
da Ceasa Assoceasa |
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Orivaldo
Dan, Associação dos Permissionários da
Ceasa Assoceasa |
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Antonio
Ricardo Moro, Sindicato da Industria de Panificação
e Confeitaria de Campinas e Região |
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Adelino
da Ponte, Sindicato da Industria de Panificação
e Confeitaria de Campinas e RegiãoArnaldo Aparecido Rezende,
Federação das Entidades Assistenciais de Campinas
FEAC |
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Maria
Bernadete Gonçalves de Souza, Federação
Entidades Assistenciais de Campinas FEAC |
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Helene
Gatien, Pastoral Social da Arquidiocese de Campinas |
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Conceição
Aparecida de Souza, Pastoral Social da Arquidiocese de Campinas |
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Pastor
Geziel Antonio dos Santos, Movimento Evangélico Progressista
MEP |
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Cesário
Silva, Movimento Evangélico Progressista MEP |
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Euclides
Gomes Ferreira, Movimento Popular da Saúde |
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Luzia
Xavier Rosa, Movimento Popular da Saúde |
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Bernardo
Zilberleib, Sociedade Israelita Brasileira Beth Jacob |
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Alberto
Liberman, Sociedade Israelita Brasileira Beth Jacob |
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Ali
El-Khatib, Comunidade Islâmica de Campinas |
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Esmail
Esop Hatia, Comunidade Islâmica de Campinas |
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