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Escola implantada em 1976 ganha seu primeiro laboratório de Ciências


27/09/2019 - 18:18




 

A Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Corrêa de Mello, localizada no Parque Dom Pedro II, inaugurou o Laboratório de Ciências Marcos Valério Rodrigues. O nome é uma homenagem ao ex-professor de Ciências da escola, que faleceu em 2015, em decorrência de um câncer.

 

 

A inauguração aconteceu na tarde da última segunda-feira, dia 23 de setembro. É o primeiro laboratório que a escola recebe desde que foi fundada, em 1976. Entre outros equipamentos para o estudo de Ciências, o local conta com microscópio ligado a um projetor, diversos modelos de corpo humano, tubos de ensaio e materiais de química.

 

 

A inauguração do laboratório teve a presença do representante regional do Núcleo de Ação Educativa Descentralizada Sudoeste, Marcus Venícius Coelho, de membros da família do homenageado, de professores e gestores, de pais e também de alunos, que fizeram apresentações de projetos de química. Na ocasião, foi exibido um vídeo em homenagem ao professor que deu nome ao laboratório.

 

 

Segundo a diretora do Corrêa de Mello, Rosana Toniato, o espaço foi construído graças à boa gestão das verbas do Programa Conta Escola, recurso enviado pela Secretaria Municipal de Educação (SME) às unidades, que podem usar o dinheiro de acordo com as suas necessidades pedagógicas. “Um ponto positivo da Secretaria de Educação é que ela permite autonomia para a decisão de como utilizar o dinheiro do Conta Escola”, disse Rosana.

 

 

Ainda de acordo com a diretora, a ideia é continuar investindo no laboratório e comprar mais microscópios. Para o atual professor de ciências, Rodrigo Teixeira de Andrade, a estrutura permite o aprofundamento necessário nos estudos. “Ciência é aquilo que a gente pode ver e testar”, disse Andrade, “e os equipamentos vão nos aproximar do que vemos em sala de aula”.

 

 

A ideia de alunos apresentarem experimentos de química visa aproximá-los das ciências e dar protagonismo a eles. Estudantes do 9º ano mostraram como é possível usar suco de repolho para testar se materiais têm composição ácida ou básica. Outro grupo apresentou a ‘Serpente do Faraó’, que consiste na queima de uma mistura de açúcar, álcool e bicarbonato de sódio que, ao entrar em combustão, cresce e se assemelha à cauda de uma cobra.

 

 

A escola Corrêa de Mello atende 900 alunos na Educação Fundamental e de Jovens e Adultos.

 

 

 


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Crédito: Divulgação

Foto: Laboratório tem bonecos para estudo do corpo humano | Crédito: Divulgação

Laboratório tem bonecos para estudo do corpo humano

Crédito: Divulgação

Foto: Alunos demonstraram a experiência chamada de

Alunos demonstraram a experiência chamada de "cobra do faraó"