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Vacinação contra H1N1 prossegue em Campinas para público-alvo


11/06/2010 - 17:55




Denize Assis

 

Campinas vai prosseguir com a vacinação contra a nova gripe (H1N1) para as pessoas dos grupos-alvo em que a meta de 80% ainda não foi atingida e, enquanto houver doses disponíveis, vai atender a demanda de todos os incluídos nas populações prioritárias mesmo que a meta já tenha sido alcançada.


 

Portanto, a vacinação contra a gripe suína (H1N1) em Campinas continua restrita à população incluída dentro dos públicos-alvo. Oficialmente, a campanha de vacinação terminaria nesta sexta-feira, dia 11 de junho.

 

A continuidade da vacinação atende a recomendação do Ministério da Saúde e vale inclusive para este sábado, dia 12 de junho, quando Campinas realiza a Campanha contra a Paralisia Infantil.

 

Até o momento, o município não atingiu a meta entre crianças de 2 anos a menores de 5 anos e entre as gestantes. Entre os adultos de 30 a 39 anos, a cobertura vacinal está em 82,4%. Em todas as outras populações – profissionais de saúde, crianças de seis a meses a menores de 2 anos e doentes crônicos de todas as faixas etárias, houve adesão de 100%.

 

Segundo balanço divulgado na quinta-feira, dia 10 de junho, Campinas já aplicou mais de 573 mil doses da vacina contra a nova gripe (H1N1). É a maior vacinação já realizada no município, superando os milhares de imunizados contra a rubéola, em 2008.

 

Vamos prosseguir com a vacinação enquanto houver doses para todos os incluídos nos grupos-alvo e considerando que é necessário garantir as segundas doses para as crianças. Reforçamos que a vacina não está disponível para quem está fora das populações prioritárias já que o município recebeu doses suficientes para 100% de cada grupo-alvo”, afirma a enfermeira sanitarista Maria do Carmo Ferreira, da Vigilância em Saúde de Campinas.

 

Ela reforça que, neste sábado, das 8h às 17h, durante a primeira etapa da Campanha contra a Paralisia Infantil, a vacina contra a nova gripe vai estar disponível para todos os públicos-alvo. No caso das crianças, são necessárias duas doses para garantir a proteção. A segunda dose deve ser tomada 21 dias depois da primeira.

 

Neste caso, se a criança tomar a primeira dose no dia da campanha da paralisia infantil, os pais e responsáveis devem ficar atentos para levá-las aos centros de saúde novamente, para a segunda dose.


 

Crédito: Valéria Abras

Crédito: Valéria Abras